
AMAR À TONA
MEDO pula no peito
se você não rejeita
ele se ajeita
se encosta
se posta
ao lado da rejeição.
Não parece mas
o medo acalma
por isso:Calma!
ele paralisa...
para e alisa
a nossa alma
até então indecisa.
MEDO é vontade
necessidade premente
que mente
à própria mente
que o que se quer
não é querer...
Já era!
Agora é tarde!
Sentidos ardem,
O peito espera...
E com o medo, o que ocorre?
Ele corre
pra esquecer...
Mas o AMOR
tal qual lebre
diante da tartaruga
é mais rápido
na testa enruga
se interroga
se rasga
e nessa fuga
é ele quem ganha...
arte fina
manha sua.
Felicidade às 04:54 da manhã...( pode?)
Um comentário:
Tem inspiração do Zeca Baleiro nesse poema, hein! Está belo, meu amigo e puro.
Um abraço.
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